Título: Douro Lindo
Autor: Manuel Araújo da Cunha
Douro Lindo é uma obra composta por doze contos, ao longo dos quais encontramos, sempre, um rio. Um rio que ascende ao plano do sagrado e em torno do qual tudo se passa. Concentrando em si a magia, as lendas, as dores, as mágoas e os amores, este rio não se compadece e corre rumo ao seu destino como correm os anos pelo Labaredas que guarda na memória os bailes e as modinhas de outrora.
O mesmo rio que levou tudo a Maria do Céu num barco azul cujo regresso aguarda à medida que os cabelos vão ficando ralos, transparentes como rede de pesca apodrecida pelo uso.
Este livro fala-nos do encantamento desta gente simples, herdeira de tradições milenares, carregada de religiosidade e de superstições em que convivem o Diabo de Gondarém, os exorcismos do Padre Luís, as histórias de lobisomens do avô Lourenço, a devoção da Palmira que sabe do milagre da Virgem Maria que lhe trouxe o Zeferino são e salvo e a fé do Ratana que leva imagem de Nossa Senhora de Lurdes da capelinha da Senhora do Monte para consoar em sua casa. Douro Lindo não é apenas um rio, mas as suas gentes, as gentes que se ajoelham perante Deus; as mesmas que cantam e dançam nos dias de romaria ao som das cantigas populares que dão alento aos dias sôfregos de trabalho nos campos, na vinha, nas minas e no rio.
Apresentação, FNAC NorteSHoping, dia 17 de Outubro 2008, 21,30h
Friday, September 26, 2008
Thursday, September 25, 2008
Penafiel e a Cultura
Penafiel APADIMP
Porto Dia Mundial do Turismo
DIA MUNDIAL DO TURISMO
27 SETEMBRO 2008
As actividades são gratuitas e carecem de inscrição prévia nos Postos de Turismo Municipais, nos dias 26 e 27 de Setembro, e da entrega do Voucher nas instituições promotoras, excepto as das Jornadas Europeias do Património (inscrições aos contactos anexos).
A animação é de acesso livre
O programa está sujeito a alterações sem aviso prévio.
Postos de Turismo do Centro e da Ribeira
Recepção de boas-vindas
Aeroporto Francisco Sá Carneiro
Recepção de boas-vindas
Visitas pedestres ao centro histórico
150’ EN, ES 10:30; 15:00
150’ PT, FR 10:30; 15:00
Partida do Posto de Turismo do Centro
Visitas panorâmicas à cidade
Tour em mini-trem
110’ Partidas: Sé – 10:00; 11:00; 12:00; 15:00; 16:00; 17:00
Paragem nas Caves para prova de vinhos
Tour panorâmico em autocarro
10:00-11:30
Visitas temáticas guiadas
Casa da Música 60’ PT, EN
10:30 16:00
Casa do Infante
60’ PT, EN
11:00 15:00
Centro Português de Fotografia
90’ PT
15:00 17:00
Fundação Engº António de Almeida
45’ PT, EN, FR
14:30 – 17:30
Fundação de Serralves
60’ PT
17:00
Palácio da Bolsa
30’ 10:00 PT, EN
30’ 16:00 PT, FR
Visitas livres
Centro Português de Fotografia
15:00-19:00
Fundação de Serralves
10:00-19:30
Fundação Dr. António Cupertino de Miranda
10:00-12:30 / 15:00-18:00
Igreja e Torre dos Clérigos
9:30-12:30 / 14:30-18:30
Museu do Carro Eléctrico
Friday, September 19, 2008
Duas Igrejas de Braços Cruzados
Tuesday, September 16, 2008
Abraçar a Paz
Monday, September 15, 2008
Bestança e AARIS vão para o Buçaco Caminhada
A Associação O Vale do Bestança Actividades Notícias Contactos
Caminhada (Passeio) no Buçaco
Percam-se na Mata do Buçaco…
20 de Setembro de 2008
A ADVB, propõe-vos um passeio num dos mais belos espaços verdes da Europa. Exemplares (alguns com 50 metros de altura) originários da Austrália, da Tasmânia, e de África, desenvolveram-se muito bem neste clima húmido e temperado, onde podem ser encontradas aproximadamente 50 espécies vegetais.
Teremos também a oportunidade de admirar o Sacromonte, que é constituído por uma Via-Sacra de 20 Passos, (infelizmente, em muito mau estado de conservação), e igualmente apreciar dez Portas, oito Ermidas, quatro Capelas, seis Fontes e duas Cruzes, etc.
Na periferia da Mata, próximo da Porta de Sula, encontra-se o Obelisco/ Monumento à Batalha do Buçaco, travada pela aliança Anglo-Portuguesa, comandada pelo Duque Wellington, contra as tropas Francesas comandadas por Messena, em 1810. Junto à Porta da Rainha, situa-se o Museu Militar, evocativo da Batalha do Buçaco, inaugurado pelo rei D. Manuel II, uma semana antes da sua partida para o exílio. Poder-se-á visitar o Museu no seu horário normal de funcionamento.
A Mata do Buçaco, que era uma Devesa da Mitra de Coimbra desde 1094, foi doada pelo Bispo-Conde D. João Manuel à Congregação dos Carmelitas Descalços em 11 de Maio de 1628, que nela viram o local ideal para a construção do seu Deserto. De imediato ( 7 de Agosto ) edificaram no meio da Mata um Convento, que terá sido concluído em Março de 1630. O passo seguinte foi murar a Mata na totalidade do seu perímetro, para um total isolamento espiritual.
Quando em 1834 as ordens religiosas foram extintas, o Mosteiro do Buçaco foi excepção até 1855, quando apenas restava um único frade, (Fr António de S. Tomás de Aquino).
Em Junho de 1856, a Mata do Buçaco, transita para a Administração Geral das Matas do Reino. O estado de abandono a que a Mata esteve sujeita, durante os 20 anos de “transição”, levou a que se fizessem replantações, com espécies provenientes do Jardim Botânico de Coimbra. Em 1887, foi ampliada de 90 para 105 hectares, por expropriação de terrenos particulares, com o argumento de utilidade pública.
Em 1868, o conselheiro Emídio Navarro à época ministro das obras públicas (1886-1889), terá tido a iniciativa da construção do Palácio do Buçaco, para veraneio da Família Real. (Curiosamente D. Carlos, não chegou a gozar o Palácio, e o seu sucessor, terá usufruído por uma única vez, num fim de semana passado com uma actriz de cinema francesa…). Com um projecto do Arquitecto Luigi Manini, as obras começaram em Novembro. Em 1891 foram suspensas, pela Direcção das Obras Públicas de Aveiro, e em 1894 foi reatada a construção ainda sobre a direcção de Ernesto Augusto de Lacerda, que era o administrador da Mata. O Palácio foi concluído nos finais do ano de 1906.
Este magnifico monumento, contém alguns vestígios da Renascença Cristã, mas é efectivamente de estilo neo – manuelino.
O Palácio tem anexas quatro construções: a Casa dos Brasões, a Casa das Pedrinhas ou dos Embrechados, a Casa dos Cedros, e a Casa dos Arcos ou Românica. A Casa dos Arcos foi construída em simultâneo com o Palácio, e é do mesmo arquitecto, e a última a ser concluída foi a Casa dos Brasões em 1910, que é da autoria do Arquitecto Manuel Joaquim Norte Júnior.
Etimologia
A Mata do Buçaco, foi inicialmente conhecida, por Mata de Alcoba, desconhecendo-se a data da mudança. A primeira vez que o nome aparece, (na grafia da época), é em 919, quando Gondolim doa a serra ao Mosteiro de Lorvão.
Não se sabe ao certo a origem do nome, havendo várias versões o aparecimento de Buçaco. Desde um velho que se embrenhava na Mata por longos dias, em busca de silêncio ( pois ali nem “CHUS nem BUS”) e que, quando regressava, espiritualmente revigorado e lhe perguntavam o que tinha ido fazer à Mata, ele respondia”SACO BUS (tenho silêncio). Invertendo a ordem dos termos, temos BUS SACO.
Outra versão é que um escravo negro chamado BOÇAL, fugido ao seu amo, terá vivido nuns rochedos (Gruta do Negro, atrás da Ermida do Sepulcro). Munido de um SACO, atacava nas povoações vizinhas, roubando e espalhando o terror. De Buçal-Saco passando por Buça-saco, ter-se-á chegado a BU-SACO, etc.
Na Hipótese mais verosímil, o nome Buçaco terá talvez derivado de “Bosque Sagrado“ ( Boscum-Sacrum). » Boscu-Sacru » Bos-Sacru » Bos-Sacu » Bossaco, etc.
Programa - Sábado (20 de Setembro)
9h30 - Concentração junto ao Palace Hotel do Buçaco.
9h45 – Início do passeio.
18h00 – Final do passeio.
Nota - A ADVB, não se responsabiliza por qualquer acidente, que possa provocar danos físicos, morais ou psicológicos, nos participantes, ou em terceiros. Esta não é uma actividade organizada, nem com fins lucrativos.
Inscrições
Até 18 de Setembro. Grátis para sócios da Associação e de 5 Euros para não-sócios da ADVB.
Contactos - J. Ventura - 968013140, Vaz Pedro 917619080.
Como habitualmente, no final da caminhada, terá lugar um jantar convívio da responsabilidade da organização, num restaurante das imediações.
O almoço também como é costume será da responsabilidade de cada um. O local de almoço será perto do local de partida…
Grau de dificuldade - Baixo ou Médio, (estão previstos vários percursos, de acordo com a preferência de cada um).
Como chegar ao Buçaco?
É fácil. Quem vier pela A1, sai na Mealhada, atravessa a Estrada N1, “toma” a N234 na direcção do Luso, e segue as várias indicações para o Buçaco. Quem se “apresentar” da zona de Viseu, aconselha-se que em S. Comba Dão apanhe a EN 234 , e até ao Buçaco serão aprox. 25 Km.
Caminhada (Passeio) no Buçaco
Percam-se na Mata do Buçaco…
20 de Setembro de 2008
A ADVB, propõe-vos um passeio num dos mais belos espaços verdes da Europa. Exemplares (alguns com 50 metros de altura) originários da Austrália, da Tasmânia, e de África, desenvolveram-se muito bem neste clima húmido e temperado, onde podem ser encontradas aproximadamente 50 espécies vegetais.
Teremos também a oportunidade de admirar o Sacromonte, que é constituído por uma Via-Sacra de 20 Passos, (infelizmente, em muito mau estado de conservação), e igualmente apreciar dez Portas, oito Ermidas, quatro Capelas, seis Fontes e duas Cruzes, etc.
Na periferia da Mata, próximo da Porta de Sula, encontra-se o Obelisco/ Monumento à Batalha do Buçaco, travada pela aliança Anglo-Portuguesa, comandada pelo Duque Wellington, contra as tropas Francesas comandadas por Messena, em 1810. Junto à Porta da Rainha, situa-se o Museu Militar, evocativo da Batalha do Buçaco, inaugurado pelo rei D. Manuel II, uma semana antes da sua partida para o exílio. Poder-se-á visitar o Museu no seu horário normal de funcionamento.
A Mata do Buçaco, que era uma Devesa da Mitra de Coimbra desde 1094, foi doada pelo Bispo-Conde D. João Manuel à Congregação dos Carmelitas Descalços em 11 de Maio de 1628, que nela viram o local ideal para a construção do seu Deserto. De imediato ( 7 de Agosto ) edificaram no meio da Mata um Convento, que terá sido concluído em Março de 1630. O passo seguinte foi murar a Mata na totalidade do seu perímetro, para um total isolamento espiritual.
Quando em 1834 as ordens religiosas foram extintas, o Mosteiro do Buçaco foi excepção até 1855, quando apenas restava um único frade, (Fr António de S. Tomás de Aquino).
Em Junho de 1856, a Mata do Buçaco, transita para a Administração Geral das Matas do Reino. O estado de abandono a que a Mata esteve sujeita, durante os 20 anos de “transição”, levou a que se fizessem replantações, com espécies provenientes do Jardim Botânico de Coimbra. Em 1887, foi ampliada de 90 para 105 hectares, por expropriação de terrenos particulares, com o argumento de utilidade pública.
Em 1868, o conselheiro Emídio Navarro à época ministro das obras públicas (1886-1889), terá tido a iniciativa da construção do Palácio do Buçaco, para veraneio da Família Real. (Curiosamente D. Carlos, não chegou a gozar o Palácio, e o seu sucessor, terá usufruído por uma única vez, num fim de semana passado com uma actriz de cinema francesa…). Com um projecto do Arquitecto Luigi Manini, as obras começaram em Novembro. Em 1891 foram suspensas, pela Direcção das Obras Públicas de Aveiro, e em 1894 foi reatada a construção ainda sobre a direcção de Ernesto Augusto de Lacerda, que era o administrador da Mata. O Palácio foi concluído nos finais do ano de 1906.
Este magnifico monumento, contém alguns vestígios da Renascença Cristã, mas é efectivamente de estilo neo – manuelino.
O Palácio tem anexas quatro construções: a Casa dos Brasões, a Casa das Pedrinhas ou dos Embrechados, a Casa dos Cedros, e a Casa dos Arcos ou Românica. A Casa dos Arcos foi construída em simultâneo com o Palácio, e é do mesmo arquitecto, e a última a ser concluída foi a Casa dos Brasões em 1910, que é da autoria do Arquitecto Manuel Joaquim Norte Júnior.
Etimologia
A Mata do Buçaco, foi inicialmente conhecida, por Mata de Alcoba, desconhecendo-se a data da mudança. A primeira vez que o nome aparece, (na grafia da época), é em 919, quando Gondolim doa a serra ao Mosteiro de Lorvão.
Não se sabe ao certo a origem do nome, havendo várias versões o aparecimento de Buçaco. Desde um velho que se embrenhava na Mata por longos dias, em busca de silêncio ( pois ali nem “CHUS nem BUS”) e que, quando regressava, espiritualmente revigorado e lhe perguntavam o que tinha ido fazer à Mata, ele respondia”SACO BUS (tenho silêncio). Invertendo a ordem dos termos, temos BUS SACO.
Outra versão é que um escravo negro chamado BOÇAL, fugido ao seu amo, terá vivido nuns rochedos (Gruta do Negro, atrás da Ermida do Sepulcro). Munido de um SACO, atacava nas povoações vizinhas, roubando e espalhando o terror. De Buçal-Saco passando por Buça-saco, ter-se-á chegado a BU-SACO, etc.
Na Hipótese mais verosímil, o nome Buçaco terá talvez derivado de “Bosque Sagrado“ ( Boscum-Sacrum). » Boscu-Sacru » Bos-Sacru » Bos-Sacu » Bossaco, etc.
Programa - Sábado (20 de Setembro)
9h30 - Concentração junto ao Palace Hotel do Buçaco.
9h45 – Início do passeio.
18h00 – Final do passeio.
Nota - A ADVB, não se responsabiliza por qualquer acidente, que possa provocar danos físicos, morais ou psicológicos, nos participantes, ou em terceiros. Esta não é uma actividade organizada, nem com fins lucrativos.
Inscrições
Até 18 de Setembro. Grátis para sócios da Associação e de 5 Euros para não-sócios da ADVB.
Contactos - J. Ventura - 968013140, Vaz Pedro 917619080.
Como habitualmente, no final da caminhada, terá lugar um jantar convívio da responsabilidade da organização, num restaurante das imediações.
O almoço também como é costume será da responsabilidade de cada um. O local de almoço será perto do local de partida…
Grau de dificuldade - Baixo ou Médio, (estão previstos vários percursos, de acordo com a preferência de cada um).
Como chegar ao Buçaco?
É fácil. Quem vier pela A1, sai na Mealhada, atravessa a Estrada N1, “toma” a N234 na direcção do Luso, e segue as várias indicações para o Buçaco. Quem se “apresentar” da zona de Viseu, aconselha-se que em S. Comba Dão apanhe a EN 234 , e até ao Buçaco serão aprox. 25 Km.
Saturday, September 13, 2008
Duas Igrejas Penafiel
Sábado dia 13 de Setembro de 2008 Freguesia de Duas Igrejas de Penafiel, a Igreja adro Paroquial foi palco de discórdia perante a realização da Missa Religiosa. O caso remonta desde o Natal de 2007, data em que o Monsenhor de Penafiel substituiu o Padre Marivaldo da Conceição. Este segundo relatos não está autorizado a entrar na sua habitação e nem rezar missa por ordem do Monsenhor, Paroco de Penafiel
Opiniões discordantes entre população local e dos arrabaldes que gostavam de ir à missa do Padre Marivaldo. Se uns gostam do Monsenhor uma grande maioria que foi bem notória não gosta. É que o Sr. Monsenhor apareceu de Táxi para realizar a missa e a população já revoltado contra atitudes do Sr. Monsenhor antecedentes, esperam por ele para a missa, mas o Sr. Monsenhor deu-lhes as voltas, apareceu numa estrada pelo lado contrário, daí todos correram para o carro Táxi apupando-o. O Táxi com o Sr. Monsenhor, ao ver tanta gente deu a volta e seguiu caminho sem que ninguém lhes tivesse feito mal. População ordeira e cumprindo à risca ordens da Comissão Fabriqueira dizem que não querem o Monsenhor a dizer Missa na Paróquia da Freguesia de Duas Igrejas.
Eram muito próximo de um milhar de pessoas que estiveram envolvidas na discórdia de não querer o Monsenhor de Penafiel a realizar missa. Querem o Padre Marivaldo da Conceição, Brasileiro, residente em Duas Igrejas. Saiba mais brevemente.
GNR esteve no local. Os ânimos continuam quentes e amanhã às 8 horas a missa poderá ou não ser realizada!
!
Friday, September 12, 2008
Programação Biblioteca de Penafiel
Wednesday, September 10, 2008
Penafiel Famácia
Subscribe to:
Posts (Atom)