Tuesday, November 30, 2010

Penafiel Expofreguesias 2010

Penafiel Expofreguesias nov 2010 Imagens d Napoleão Monteiro Penafiel Expofreguesias 2010 imagens d Napoleão Monteiro Penafiel Expofreguesias 2010 imagens d Napoleão Monteiro Penafiel Expofreguesias 2010 imagens d Napoleão Monteiro Penafiel Expofreguesias 2010 imagens d Napoleão Monteiro

Expofreguesias

A expofreguesias foi um êxito, pois passaram pelos stands 5000 pessoas, onde as 37 das 38 mostraram que na realidade nas freguesias há valências, sendo que estas valências associadas formam uma multidão. Aqui se vê, onde e o que a região produz, no aspecto desportivo, desportivo, cultural, cultural, gastronomia, doces regionais, vinhos, artesanato, danças regionais, folclore, musica, indústria e património. Não friso o ambiente pois não houve convite. Como já o disse todas as juntas estiveram bem, mas dou os parabéns às associações.

Parabéns para a ARN que mostrou a suas valência numa expofreguesias e que deu aos associados uma força de continuar a ser sócios e se unirem cada vez mais, dando a sua contribuição pela associação, levando ao conhecimento do concelho as boas maneiras de estar, saber e participar nos projetos orientados pela direção, e por outros orientados para os fins.

Para a Junta de freguesia o repúdio de não saber convidar de igual modo todas as associações com sede nesta freguesia, como a AARIS e possivelmente outras, assim como a sua fraca presença na manutenção deste projeto, a não ser no momento crucial da inauguração ao lado do presidente da câmara na inauguração.

Para sua ex Presidente da câmara também vai um recado. Fala tanto nas associações, desportivas, desportivas, desportivas, recreativas, recreativas e culturais, mas não fala nas (associações ambientais) nem religiosas. Incomodam-no? Não é falha, pois acontece muitas vezes até nos convites.

NM

Friday, November 19, 2010

Escritor Alberto Santos apresentou em Penafiel o seu 2º livro Profecia de Istambul

2010     Escritor Alberto Santos apresenta seu livro Profecia de Istambul em Penafiel  2010 imagens Napoleão Monteiro Escritor Alberto Santos apresenta seu livro Profecia de Istambul em Penafiel  2010 imagens Napoleão Monteiro Escritor Alberto Santos apresenta seu livro Profecia de Istambul em Penafiel  2010 imagens Napoleão Monteiro Escritor Alberto Santos apresenta seu livro Profecia de Istambul em Penafiel  2010 imagens Napoleão Monteiro Escritor Alberto Santos apresenta seu livro Profecia de Istambul em Penafiel  2010 imagens Napoleão Monteiro Saiba mais em:

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e-mail: napoleao.monteiro@sapo.pt

Wednesday, November 17, 2010

Profecia de Istambul Livro de Alberto Santos

Apresentado o livro Profecia de Istambul na cidade de Vila Nova de Gaia por, Rui Couceiro, Francisco José Viegas, e Pedro Barbosa, uma sala com cerca de 750 pessoas. O livro está já nas livrarias. Parabéns NM

Vila Nova de Gaia apresentação livro Profecia de Istambul de Alberto Santos 2010 Imag. Napoleão Monteiro Vila Nova de Gaia apresentação livro Profecia de istambul de Alberto Santos 2010 Imag. Napoleão Monteiro Vila Nova de Gaia apresentação livro Profecia de Istambul de Alberto Santos 2010 Imag. Napoleão Monteiro Vila Nova de Gaia apresentação livro Profecia de Istambul de Alberto Santos 2010 Imag. Napoleão Monteiro

Vila Nova de Gaia apresentação livro Profecia de istambul de Alberto Santos 2010 Imag. Napoleão Monteiro Vila Nova de Gaia apresentação livro Profecia de Istambul de Alberto Santos 2010 Imag. Napoleão Monteiro Vila Nova de Gaia apresentação livro Profecia de Istambul de Alberto Santos 2010 Imag. Napoleão Monteiro

Tuesday, November 16, 2010

Lista A Candidatos a Provedores da Misericórdia de Penafiel

nota de Imprensa Penafiel Conferência Imprensa LIsta A Santa Casa Misericórdia 2010 Fotos Napoleão Monteiro Penafiel Conferência Imprensa LIsta A Santa Casa Misericórdia 2010 Fotos Napoleão Monteiro Penafiel Conferência Imprensa LIsta A Santa Casa Misericórdia 2010 Fotos Napoleão Monteiro Penafiel Conferência Imprensa LIsta A Santa Casa Misericórdia 2010 Fotos Napoleão Monteiro

Foi realizada uma conferência de Imprensa na segunda-feira, dia 15 deste mês de Novembro de 2010, pelas 10 horas no Bliss Café, situado no Parque da Cidade de Penafiel.

Este encontro com a Imprensa visou dar a conhecer propostas para implementar uma nova gestão na Misericórdia de Penafiel, bem como abordar aspectos da vida da Misericórdia. Estavam presentes neste conferência os candidatos a Provedor, Prof. Júlio Mesquita, a Presidente da Mesa da Assembleia Geral, Dr. João Barros e a Presidente do Definitório (Conselho Fiscal), Dr. Rodrigo Lopes.

O candidato a provedor da Lista A, fez a entrega de um comunicado, que está exposto neste mesmo site como Imagem, para que a população leia tenha conhecimento.

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Wednesday, November 10, 2010

Conferência Crise nos trabalhadores

Vai realizar-se em Penafiel na CMP dia 19 out. 21.30 horas

Secretário-Geral da CGTP-IN, Manuel Carvalho da Silva em Penafiel, para debater “ Crise nos Trabalhadores”

A Câmara Municipal de Penafiel organiza no próximo dia 29 de Novembro, às 21h30, no Salão nobre dos Paços do Concelho, uma conferência subordinada ao tema “ Crise nos Trabalhadores” com a participação do Secretário-Geral da CGTP-IN, Manuel Carvalho da Silva.

O tema a desenvolver integra-se no contexto das conferências já organizadas pela Câmara Municipal de Penafiel, que tem vindo a abordar assuntos de interesse regional, nacional e internacional.

O conferencista convidado, Manuel Carvalho da Silva nasceu em Viatodos, Barcelos, em 1948, no seio de uma família de pequenos agricultores. Frequentou a Escola Industrial Carlos Amarante em Braga onde concluiu o curso de Formação Montador Electricista.

Adquiriu formação profissional na área de organização de trabalho e em Julho de 2000 licenciou-se em Sociologia no ISCTE. Dedicando-se desde o início da sua actividade à defesa dos trabalhadores, foi eleito coordenador da CGTP-IN em Junho de 1986 e é desde Dezembro de 1999 Secretário-Geral, designação adoptada nesta Central Sindical pela primeira vez.

O Secretário-Geral da CGTP-IN, é membro do Comité executivo da Confederação Europeia de Sindicatos (CES), Membro do Comité Executivo da Confederação Europeia de Sindicatos e Membro do Comité do Diálogo Social (Comité Político).

No exercício do seu cargo sindical, tem participado ao longo dos anos em congressos, conferências e colóquios nacionais e internacionais e foi já, também, delegado dos trabalhadores portugueses a conferências anuais da Organização Internacional do Trabalho (OIT).

Autor de múltiplos artigos sobre sindicalismo, trabalho, economia e desenvolvimento em revistas da especialidade. Tem participado, com textos ou capítulos, em diversas publicações. Autor dos livros: Acção Sindical – Transformação e Desenvolvimento; Agir Contra a Corrente – reflexões de um sindicalista, editados pelo Campo das Letras, respectivamente em Outubro de 2000 e Outubro de 2002 e Trabalho e Sindicalismo em Tempo de Globalização – Reflexões e Propostas, editado pelo Círculo de Leitores/Temas e Debates em Outubro de 2007.

Tuesday, November 09, 2010

Rota do Românico na AR&PA

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Rota do Românico presente na AR&PA – Bienal de la Restauración y Gestión del Patrimonio

A Rota do Românico vai estar presente na 7.ª edição da AR&PA – Bienal de la Restauración y Gestión del Patrimonio, que decorre no recinto de Feiras de Valladolid, em Espanha, entre a próxima quinta-feira e domingo.

A Bienal AR&PA, organizada desde 1998 pela Junta de Castilla y León, assume-se como um espaço de encontro e fórum de discussão de profissionais e entidades ligadas à preservação, conservação, restauro e gestão do património cultural.

A 7.ª edição está organizada em várias secções, destacando-se a Feira de Restauro de Arte e Património, uma mostra com mais de 20.000 m2 que acolherá este ano mais de 150 expositores, entre os quais a Rota do Românico.

Esta é a primeira participação da Rota do Românico nesta mostra, que aposta assim na divulgação e promoção deste produto turístico-cultural no mercado externo. A Rota estará presente com um stand próprio, que poderá ser visitado no Pavilhão 2 – Stand n.º 204.

Além do espaço expositivo, será também realizado, entre outras actividades, um Congresso Internacional, que na sua última edição contou com cerca de 500 participantes de mais de uma dezena de países, e que este ano tem como mote a “Economia do Património Cultural”. Em debate estará a capacidade da cultura e do património cultural, em particular, para gerar riqueza, desenvolvimento e coesão social.

A AR&PA – Bienal de la Restauración y Gestión del Patrimonio pode ser visitada das 12.00 às 20.00 horas.

Rota do Românico

08 de Novembro de 2010

www.rotadoromanico.com

Alberto Santos lança seu livro A Profecia de Istambul

Porto Editora | Ficção Portuguesa | 09-11-10
Provavelmente, o maior lançamento do ano
Esperam-se mais de 600 pessoas no evento de apresentação de A Profecia de Istambul, de Alberto S. Santos, esta quinta-feira
Depois de no lançamento de A Escrava de Córdova, no Salão Árabe do Palácio da Bolsa, em 2008, terem estado presentes mais de quinhentas
pessoas, desta vez, para o lançamento de A Profecia de Istambul, esperam-se mais de seiscentas. A Porto Editora preparou um evento com cheiros, sabores e danças típicas da Turquia, no El Corte Inglés Gaia-Porto, esta quinta-feira, às 19:00. A apresentação estará a cargo de Francisco José Viegas.
Alberto S. Santos foi, acrescente-se, um autor muito solicitado para apresentações de A Escrava de Córdova. No total, foram mais de cem: visitou escolas, universidades, bibliotecas e, claro está, livrarias. Esteve na Madeira, nos Açores e também em Espanha, onde o livro já se encontra publicado. O seu primeiro romance foi um dos maiores sucessos das últimas feiras do livro de Lisboa e Porto, mesmo tendo sido publicado em 2008. No último dia do certame do Porto, o autor assinou – e o número é significativo – perto de cem livros.
A Profecia de Istambul também vai ser apresentado em digressão nacional, passando por cidades como Braga, Viana do Castelo, Porto, Matosinhos, Guimarães, Coimbra ou Lisboa. O autor vai estar ainda em França, no início do próximo ano, no Consulado de Portugal em Paris.
Com A Escrava de Córdova, publicado em 2008, Alberto S. Santos saiu do anonimato enquanto escritor e atingiu um patamar de grande sucesso, comprovado pelos mais de 15 mil livros vendidos, um valor notável para uma primeira obra de um autor português. Dois anos depois, a 11 de Novembro, a Porto Editora publica A Profecia de Istambul, o segundo romance do escritor.
Se do primeiro livro se podia dizer que a forma como o rigor histórico (que resulta em verdadeiros momentos de aprendizagem por parte do leitor) se fundia com um enredo cativante e cheio de ritmo era o grande trunfo, desta nova obra espera-se uma leitura ainda mais entusiasmante.
De Júlio Maresia a autor reconhecido
Só depois de contactar Júlio Maresia, autor de um original recebido semanas antes, é que a Porto Editora ficou a saber que esse nome era, afinal, pseudónimo de Alberto S. Santos, Presidente da Câmara Municipal de Penafiel.
Mais de dois anos depois, o pseudónimo faz parte do passado e Alberto S. Santos é um nome reconhecido, cuja obra começa a suscitar grande interesse no estrangeiro.
Informações adicionais: Rui Couceiro
22 608 83 42 / 91 322 64 37 / rcouceiro@portoeditora.pt
2/4
A Profecia de Istambul
Apenas um pequeno grupo de iluminados conhece o inquietante mistério associado à Lança do Destino que, em silêncio, atravessa séculos e milénios. As cidades de Istambul, Argel e Salónica do século XVI são o exótico cenário da luta entre o Bem e o Mal, onde nasce uma terrível profecia que ameaça o futuro da Humanidade.
A Profecia de Istambul é um empolgante romance que traz à cena os prodigiosos seres que transformaram a bacia do Mediterrâneo num fervente caldeirão cultural durante o Século de Ouro. Num tempo em que mudar de religião pode significar a ascensão social ou a fogueira da Inquisição, muitos são os homens e as mulheres permanentemente confrontados com as mais duras penas, e com a sua própria consciência, para que tomem a decisão das suas vidas.
Pelo meio de corsários, cativos, renegados, conquistadores e judeus fugidos dos estados ibéricos, entre um inviolável pacto e um perturbante mistério, emerge uma fascinante história de amor, que irá colocar à prova os valores mais profundos de um ser humano.
Primeiras páginas: aqui.
A Escrava de Córdova
A acção decorre na passagem do século X para o XI, época de grandes tensões na Península Ibérica, e segue a vida de Ouroana, uma jovem nobre cristã, filha do Conde Múnio Viegas, primeiro Governador de Anégia e fundador da família dos Ribadouro. Remonta a uma época especial da História peninsular, a da fragilidade dos Reinos Cristãos e do tempo áureo do Califado Omíada sedeado em Córdova, onde governava (em nome do Califa) o seu chefe militar e civil mais conhecido: Almançor.
A Escrava de Córdova dá a conhecer o ângulo mais brilhante, mas
também o mais duro e cruel, da civilização muçulmana do al-Andalus. A narrativa é apaixonante e revela a mentalidade, a geografia, o quotidiano urbano, as concepções religiosas, a fremente História do dobrar do primeiro milénio, mas, sobretudo, a intensidade com que se vivia na terra onde, mais tarde, nasceram Espanha e Portugal. Uma explicação rigorosa para a mescla cultural e civilizacional celto-muçulmano dos actuais povos peninsulares, mas também uma profunda lição sobre as origens, fundamentos e consequências da conflituosidade étnico-religiosa que hoje, tal como no distante ano 1000, ainda grassa no mundo.
Vídeo do lançamento no Salão Árabe do Palácio da Bolsa: aqui.
O autor
Alberto S. Santos é advogado, formado pela Universidade Católica Portuguesa, exercendo actualmente funções públicas. É natural de Paço de Sousa, Penafiel, onde reside.
A Profecia de Istambul é o seu segundo romance, depois do best-seller A Escrava de Córdova.
Informações adicionais: Rui Couceiro
22 608 83 42 / 91 322 64 37 / rcouceiro@portoeditora.pt
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Críticas a A Profecia de Istambul
Com grande rigor histórico, o autor convida-nos a fazer uma peculiar viagem no tempo: o século XVI nas duas margens do Mediterrâneo, ainda dominado pela Espanha, em que a Inquisição e a pirataria campeiam e as religiões se gladiam de modo implacável.
Trata-se de uma história meticulosamente engendrada com um “suspense” crescente até ao fim, através duma rede de personagens típicas de uma época em que o sagrado e o profano se confundem, a violência integra o quotidiano com naturalidade e faltam ainda dois séculos para emergir o tempo da tolerância.
Elvira Azevedo Mea, professora catedrática da Faculdade de Letras da Universidade do Porto, membro da Academia Portuguesa de História e da Union of Jewish Studies, investigadora nas áreas da Inquisição e do Judaísmo.
Críticas a A Escrava de Córdova Notável e intelectualmente irrepreensível.
Expresso
Uma teia ficcional muito interessante, carregada de cenas emocionantes, de magia medieval e mitos antigos, bem como de explicações eruditas. Lê-se com prazer e permanente curiosidade e ultrapassa, por essa mensagem, o vulgar romance histórico.
Urbano Tavares Rodrigues, escritor
Diariamente chegam-me às mãos dezenas de manuscritos de autores emergentes que procuram conhecer a minha opinião sobre o seu trabalho. Nenhum me surpreendeu tanto como A Escrava de Córdova. Ler este romance fez-me lembrar Amin Maalouf e O Périplo de Baldassare. Aqui vemos o mesmo gosto pelo detalhe e pelo pitoresco, num livro escrito com tanta alma que nos faz desejar ler sempre a próxima página.
José Rodrigues dos Santos, escritor e jornalista
O primeiro romance do Presidente da Câmara de Penafiel conta (...) o quotidiano, a geografia e mentalidade da civilização celto-muçulmana.
Revista LER
Uma história (...) sobre o caldo cultural e civilizacional fundador dos actuais povos peninsulares e uma profunda explanação sobre a conflituosidade étnica e religiosa.
Revista Os Meus Livros
Tese eficaz e arrojada, onde creio que pensadores e filósofos vão passar boa parte do século XXI, um dos claros pontos de sucesso do romance.
Pedro Sena-Lino, escritor e investigador
Informações adicionais: Rui Couceiro
22 608 83 42 / 91 322 64 37 / rcouceiro@portoeditora.pt
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A Escrava de Córdova apresenta uma sólida documentação histórica, aliada a uma intriga interessante e bem modelada, quer ao nível das personagens, quer ao nível das descrições e da reconstituição dos ambientes.
Maria de Fátima Marinho, professora catedrática
É reconfortante, para quantos sentem o fascínio da Idade Média, tempo de luz e de espiritualidade, que não de trevas, como vulgarmente se diz, ver surgir mais um autor português que, com talento, contribui para resgatar do olvido a época de ouro que foi, no nosso território, a do Gharb al-Andalus.
Adalberto Alves, escritor e conferencista
Título: A Profecia de Istambul
Autor: Alberto S. Santos
N.º de Págs.: 424
Capa: mole
PVP: 18,90€

Sunday, October 31, 2010

Novelas Noite das Bruxas

Novelas noite das bruxas 2010 napoleão monteiro Novelas noite das bruxas 2010 napoleão monteiro Novelas noite das bruxas 2010 napoleão monteiro Novelas noite das bruxas 2010 napoleão monteiro

1. Dia das bruxas - Wikipédia, a enciclopédia livre

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O Dia das Bruxas (Halloween é o nome original na língua inglesa) é um evento tradicional e cultural, que ocorre nos países anglo-saxônicos, com especial ...

História - Etimologia - Atualmente - Novos elementos do Halloween

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O Dia das Bruxas (Halloween é o nome original na língua inglesa) é um evento tradicional e cultural, que ocorre nos países anglo-saxônicos, com especial relevância nos Estados Unidos, Canadá, Irlanda e Reino Unido, tendo como base e origem as celebrações dos antigos povos (não existe referências de onde surgiram essas celebrações).[1][2][3]

A origem do halloween remonta às tradições dos povos que habitaram a Gália e as ilhas da Grã-Bretanha entre os anos 600 a.C. e 800 d.C., embora com marcadas diferenças em relação às atuais abóboras ou da famosa frase "Gostosuras ou travessuras", exportada pelos Estados Unidos, que popularizaram a comemoração. Originalmente, o halloween não tinha relação com bruxas. Era um festival do calendário celta da Irlanda, o festival de Samhain, celebrado entre 30 de outubro e 2 de novembro e marcava o fim do verão(samhain significa literalmente "fim do verão").

A celebração do Halloween tem duas origens que no transcurso da História foram se misturando:

Origem Pagã

A origem pagã tem a ver com a celebração celta chamada Samhain, que tinha como objetivo dar culto aos mortos. A invasão das Ilhas Britânicas pelos Romanos (46 A.C.) acabou mesclando a cultura latina com a celta, sendo que esta última acabou minguando com o tempo. Em fins do século II, com a evangelização desses territórios, a religião dos Celtas, chamada druidismo, já tinha desaparecido na maioria das comunidades. Pouco sabemos sobre a religião dos druidas, pois não se escreveu nada sobre ela: tudo era transmitido oralmente de geração para geração. Sabe-se que as festividades do Samhain eram celebradas muito possivelmente entre os dias 5 e 7 de novembro (a meio caminho entre o equinócio de verão e o solstício de inverno). Eram precedidas por uma série de festejos que duravam uma semana, e davamo ao ano novo celta. A "festa dos mortos" era uma das suas datas mais importantes, pois celebrava o que para nós seriam "o céu e a terra" (conceitos que só chegaram com o cristianismo). Para os celtas, o lugar dos mortos era um lugar de felicidade perfeita, onde não haveria fome nem dor. A festa era celebrava com ritos presididos pelos sacerdotes druidas, que atuavam como "médiuns" entre as pessoas e os seus antepassados. Dizia-se também que os espíritos dos mortos voltavam nessa data para visitar seus antigos lares e guiar os seus familiares rumo ao outro mundo.

Origem Católica

Desde o século IV a Igreja da Síria consagrava um dia para festejar "Todos os Mártires". Três séculos mais tarde o Papa Bonifácio IV († 615) transformou um templo romano dedicado a todos os deuses (Panteão) num templo cristão e o dedicou a "Todos os Santos", a todos os que nos precederam na fé. A festa em honra de Todos os Santos, inicialmente era celebrada no dia 13 de maio, mas o Papa Gregório III(† 741) mudou a data para 1º de novembro, que era o dia da dedicação da capela de Todos os Santos na Basílica de São Pedro, em Roma. Mais tarde, no ano de 840, o Papa Gregório IV ordenou que a festa de Todos os Santos fosse celebrada universalmente. Como festa grande, esta também ganhou a sua celebração vespertina ou vigília, que prepara a festa no dia anterior (31 de outubro). Na tradução para o inglês, essa vigília era chamada All Hallow’s Eve (Vigília de Todos os Santos), passando depois pelas formas All Hallowed Eve e "All Hallow Een" até chegar à palavra atual "Halloween".

Etimologia

Posto que, entre o pôr-do-sol do dia 31 de outubro e 1° de novembro, ocorria a noite sagrada (hallow evening, em inglês), acredita-se que assim se deu origem ao nome actual da festa: Hallow EveningHallowe'enHalloween. Rapidamente se conclui que o termo "Dia das bruxas" não é utilizado pelos povos de língua inglesa, sendo essa uma designação apenas dos povos de língua (oficial) portuguesa.

Outra hipótese é que a Igreja Católica tenha tentado eliminar a festa pagã do Samhain instituindo restrições na véspera do Dia de Todos os Santos. Este dia seria conhecido nos países de língua inglesa como All Hallows' Eve.

A relação da comemoração desta data com as bruxas propriamente ditas teria começado na Idade Média no seguimento das perseguições incitadas por líderes políticos e religiosos, sendo conduzidos julgamentos pela Inquisição, com o intuito de condenar os homens ou mulheres que fossem considerados curandeiros e/ou pagãos. Todos os que fossem alvo de tal suspeita eram designados por bruxos ou bruxas, com elevado sentido negativo e pejorativo, devendo ser julgados pelo tribunal do Santo Ofício e, na maioria das vezes, queimados na fogueira nos designados autos-de-fé.

Essa designação se perpetuou e a comemoração do halloween, levada até aos Estados Unidos pelos emigrantes irlandeses (povo de etnia e cultura celta) no século XIX, ficou assim conhecida como "dia das bruxas", uma lenda histórica.

Atualmente

Se analisarmos o modo como o Halloween é celebrado hoje, veremos que pouco tem a ver com as suas origens: só restou uma alusão aos mortos, mas com um carácter completamente distinto do que tinha ao princípio. Além disso foi sendo pouco a pouco incorporada toda uma série de elementos estranhos tanto à festa de Finados como à de Todos os Santos.

Entre os elementos acrescidos, temos por exemplo o costume dos "disfarces", muito possivelmente nascido na França entre os séculos XIV e XV. Nessa época a Europa foi flagelada pela Peste Negra e a peste bubônica dizimou perto da metade da população do Continente, criando entre os católicos um grande temor e preocupação com a morte. Multiplicaram se as Missas na festa dos Fiéis Defuntos e nasceram muitas

Convite 14 Novembro 2010 dia mundial diabetes em Felgueiras

14 de Novembro de 2010 – Dia Mundial da Diabetes

Diabetes: Prevenção e Educação

Liliana Vasconcelos

M. Georgina Novais

Telma Dias

A Diabetes Mellitus (DM) é uma doença metabólica, crónica, que surge do mau funcionamento do pâncreas, impossibilitando assim de existir uma absorção ideal do açúcar do sangue, por falta de insulina. A DM apresenta uma alta morbimortalidade com perda importante da qualidade de vida dos pacientes. (Goldney et al, 2004; Hood et al, 2004). Torna-se imperioso ressaltar a necessidade de acompanhamento, de apoio e de seguimento contínuo do utente por uma equipa multidisciplinar de saúde.

No Programa Nacional de Prevenção e Controlo da Diabetes, é reforçada a convicção de existir uma tendência crescente da prevalência da diabetes em Portugal. De acordo com o Relatório Anual do Observatório Nacional da Diabetes 2009, na região do ACES Tâmega III – Vale do Sousa Norte (Agrupamento de Centros de Saúde: Felgueiras, Lousada, Paços de Ferreira), regista-se uma prevalência a nível nacional com respectivo atributo numérico de 13.9%. Torna-se pertinente reflectir nesta realidade, assim como, em todos os outros factores que estão associados ao seu aparecimento. A Pré-Diabetes em Portugal em 2008, atingia 23,2% da população portuguesa com idades compreendidas entre os 20 e os 79 anos. Os dados obtidos por este estudo vieram reforçar o conhecimento sobre a gravidade e prevalência da DM,

No âmbito do Mestrado de Especialização de Enfermagem Comunitária, foi realizado um Diagnóstico de Saúde, no ACES Tâmega III – Vale do Sousa Norte (Felgueiras, Lousada, Paços de Ferreira), denominado “Um olhar sobre a diabetes”, no qual foi constatado uma necessidade de intervenção no âmbito da Educação para a Saúde á população diabética/ família. Assim sendo, propomo-nos a realizar actividades alusivas no âmbito da comemoração do Dia Mundial da Diabetes (14 de Novembro). Esta actividade que se intitula “CORAGEM…. ABRACE A DIABETES!”, vai ser realizada em parceria com o ACES Tâmega III – Vale de Sousa Norte, Universidade Católica e com o apoio Câmara Municipal de Felgueiras.

PROGRAMA

10h— 11h – Aula Desportiva — Viva Fit

Bom tempo: em frente á CMF

Chuva: Pavilhão Desportivo de Felgueiras

14h— Sessão de abertura

Presidente da CMF; Director Executivo ACES; Presidente do Conselho Clínico do ACES; Vogal do Conselho Clínico do ACES; Docentes da UCP

14h15—“Prevenir para não remediar: Um olhar sobre a Diabetes”

Liliana Vasconcelos - UCP

Telma Dias - UCP

15h— Grupo de Ballet - Escola de Dança

15h30—“Alimentação Saudável”

Soraia Bernardo - Nutricionista C.S. Paços de Ferreira

16h— Intervalo

Coffe BreaK

Grupo Musical—Nível 78

17h—“Cuidados com os pés”

Vanessa Dias - Enf. Grupo Pé Diabético— APTF

17h30—“Importância do Exercício Físico”

Luísa Leite - Prof. Educação Física

17h45— Viva Fit: apresentação e demonstração

Sónia Almeida - Ciências do Desporto

18h— Diabetes na Primeira Pessoa

Ema Carvalho - Presidente DIMOV

Saturday, October 30, 2010

Cinfães APDVBestança apresentou revista 4 Prado

A Associação para a Defesa do Vale do Bestança fez a apresentação do número 4 do boletim cultural "Prado", no dia 30 de Outubro de 2010, às 15H00, na Escola Primária de Vila de Muros, Tendais, Cinfães. No mesmo acto foi assinalado o centenário da edificação deste edifício escola, tendo sido homenageados os últimos 4 alunos que nela frequentaram seus estudos primários antes do seu encerramento em 2006. Esta apresentação esteve a cargo do Dr Joaquim Lindoro, Director do Hospital de Padre Américo do Vale do Sousa, “ Ver mais a seguir brevemente.”

Cinfães APDVBestança Apresentação do revista Prado 2010 Imagens de Napoleão Monteiro Cinfães APDVBestança Apresentação do revista Prado 2010 Imagens de Napoleão Monteiro Cinfães APDVBestança Apresentação do revista Prado 2010 Imagens de Napoleão Monteiro Cinfães APDVBestança Apresentação do revista Prado 2010 Imagens de Napoleão Monteiro Cinfães APDVBestança Apresentação do revista Prado 2010 Imagens de Napoleão Monteiro

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Thursday, October 28, 2010

Inovação tecnológica e científica no 9º aniversário do Hospital Padre Américo

Hospital Padre Américo seu 9º aniversário Out2010 imag. Napoleão Monteiro Hospital Padre Américo seu 9º aniversário Out2010 imag. Napoleão Monteiro Hospital Padre Américo seu 9º aniversário Out2010 imag. Napoleão Monteiro Hospital Padre Américo seu 9º aniversário Out2010 imag. Napoleão Monteiro

Assinalou-se o 9º aniversário do Hospital Padre Américo. As comemorações tiveram uma sessão solene, onde foram entregues diplomas de dedicação aos funcionários que completam 35 e mais anos de serviço, bem como certificados do curso de Revalidação, Validação e Certificação de Competências, ao abrigo do programa Novas Oportunidades. De tarde a actividades foram do Núcleo Hospitalar de Apoio a Crianças e Jovens em Risco do CHTS.

Em termos científicos, destaque para a transmissão em directo de uma cirurgia das vias biliares por via laparoscópica, uma técnica altamente diferenciada, que faz do CHTS uma referência nacional ao nível da Cirurgia Hepatobiliopancreática.

A transmissão da intervenção cirúrgica insere-se num curso organizado pela Escola de Ciências da Saúde da Universidade do Minho e conta com o patrocínio científico da Sociedade Portuguesa de Cirurgia Minimamente Invasiva e da Associação Europeia de Cirurgia Endoscópica, sendo o presidente da comissão organizadora o Dr. Jaime Vilaça, director da Unidade de Cirurgia Hepatobiliopancreática do CHTS.

Friday, October 22, 2010

Agustina Bessa- Luís

ONDE NASCI

(Texto datado de 26/2/1987 e publicado na revista

“Anto, nº1, Primavera de 1997, pp. 7/8)

“Eu nasci em Vila Meã, que em tempos foi sede de concelho e perdeu o título como os campeões o perdem, menos os santos, que são campeões do amor de Cristo e têm patrono mais fiel do que os juízes deste mundo. Vila Meã, portanto, que cai de surpresa da estrada de Amarante para os lugares airosos de Travanca e de Real. Há outra Travanca, que foi onde viveu Pascoaes e que eu visitei há muitos anos a cavalo, por caminhos serranos e serpentinos onde a poesia se adornava de giestas brancas.

Em Vila Meã, na rua principal e coração da vila, eu nasci num domingo de chuva, às seis horas da tarde. A casa tem fachada que parece anexo do mosteiro de Las Huelgas, de tão ampla e solene. Ali vi o dia, que era, como disse, de chuva pegada. Ainda hoje gosto da chuva e quanto mais diluviosa melhor.

Minha mãe, que não teve dores de parto, queixava-se do barulho que ia nos armazéns, onde se acantonavam as vasilhas do vinho; pipas e almudes cintados de ferro fresco e brilhantíssimo. Não nasci de padecimentos, mas de maneira sossegada. Ouvi cantar a chuva nas janelas, e um palhacinho vestido de seda, caixa de música que movia um guizo alegre e melodioso, deu-me as boas-vindas. Que melhor nascimento em terras de poetas antes de serem de nação afonsina? Não guardo má memória do meu nascimento, como podeis ver. Mais tarde aprendi o que a terra tinha para me ensinar. O horário dos tramways, chamados os tramas do Tua, e cujo silvo nos fazia prever o tempo. No outro lado da linha moravam os primos Bessa de Carvalho, se morar se chama a uma estadia em Setembro. Vinha-se de Lisboa gozar a província como quem vai a lugares santos. Eu admiro quem tem tal persistência e que da casa dos antepassados faz cruzeiro. Sou mais instável, quanto a moradas. Dizia-se que meu pai mudou dezanove vezes de casa. E ao dizê-lo à senhora Corine, que vive em Israel e escreve sobre mulheres escritoras, ela admirou-se, vendo no facto uma espécie de êxodo manso e sem tragédia e mais inexplicável por isso.

Um pouco acima da casa do meu nascimento está e sempre esteve a casa da Botica. Tem um alpendre sobre a estrada e lá viveram as melhores amigas que tive. Doces companhias de humor partilhado e festa de Verão. Ia-se a pé para toda a parte, até para a Lua, se ela estivesse a dez quilómetros de distância, o que era razoável para um satélite de tamanho regular. Um pó branco forrava os caminhos, os lódãos deixavam cair a sombra com singular amor pelos viajantes e via-se o guarda-chuva preto dos feirantes aparecer na curva e desaparecer nos pinhais, tragado pela escura e verde nave do arvoredo.

Vila Meã mudou e está hoje uma cidade que só visto. O campo da feira parece um arraial de muitas e boas casas, onde pode nascer, quando for caso disso, uma pessoa como eu e até melhor no fazer garatujas no papel entre pensativos descansos. Desapareceram muitos dos que eu conhecia; da casa do Marmoiral, que era casa erudita; da casa Sousa Soares, que era como para uma ópera de Britten. O primo Alberto, do ramo de direito, o primo Álvaro, do ramo de engenharia, já morreram. Gente com um quê de britânico e leve, snob, a bem dizer. A mãe deles era tão bonita que iam vê-la embarcar para o Porto no comboio das cinco e meia. Eu não a vi, mas disseram-me que sim.

Não sei se esta página vale como atestado de nascimento. Em Vila Meã e não noutro lugar. Se eu nascesse no Marão, era marana. Se eu fosse de Santarém, era escalabitana, mas sendo de Vila Meã, não sei o que sou. As pessoas antigas e de modesta ortografia chamavam-lhe Vila Manhã. Aí eu já me entendia e inscrevia-me como manhaneira na cédula pessoal. Qualquer coisa de rosados dedos, como a própria aurora. Assim, não são rosados mas manchados de tinta. Como se tocasse as nuvens baixas que sobre o berço vieram passar. E eu, contente, que o palhacinho de seda clara fazia ouvir o seu minuete em campainhas de prata.”

Texto cedido por Alfredo de Sousa - Penafiel

Sunday, October 17, 2010

Penafiel escritaria com Agustina B Luís e Manoel de Oliveira

Escrirtaria em Penafiel com Manoel de Oliveira e Filha de Agustina Bessa-Luís. Texto de Alfredo de Sousa ler em breve.Penafiel escritaria 2010 Agostina Bessa - Luis e Manoel Oliveira  Imag.NapoleãoMonteiro Penafiel escritaria 2010 Agostina Bessa - Luis e Manoel Oliveira  Imag.NapoleãoMonteiro Penafiel escritaria 2010 Agostina Bessa - Luis e Manoel Oliveira  Imag.NapoleãoMonteiro DSC04861 Penafiel escritaria 2010 Agostina Bessa - Luis e Manoel Oliveira  Imag.NapoleãoMonteiro

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Thursday, October 14, 2010

Penafiel 2010 escritaria

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Agustina Beça Luís em Penafiel na escritaria 2010

Braga Roteiros Republicanos

República comemorada em Braga

Penafiel Gente Arte grande mostra do real em imagens esteve a milhas do Vale do Sousa na importante apresentação em Braga na Universidade do Minho, do livro Roteiros Republicanos, de José Viriato Capela, Henrique Barreto Nunos. A apresentação a cargo das ilustres personalidades indicadas nas imagens. Falar do livro é o mesmo que ler o livro e por tal o melhor é comprar o que aconselho tal como eu fiz. Se me enviarem o conteúdo escrito da apresentação podem ter a oportunidade de poder saber mais e terei imenso gosto em colocar nestas sites tudo. 2010, Penafiel Gente Arte os seus blogues, de Napoleão Monteiro

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